Porque o pai quer: Nerf

Os melhores presentes que o JM recebeu. Pelo menos este é o ponto de vista do pai. Quem segue este blogue sabe que não sou fundamentalista. Não sou fundamentalista quanto à segurança. Acho que saltar, correr, expor-se aos perigos moderadamente faz parte do crescimento de qualquer criança. Também não sou fundamentalista quanto à eventual estereotipagem de comportamentos na infância. Se um miúdo gosta de pistolas, não fará dele um adulto violento necessariamente. Faz parte do imaginário dos pequenos. Deu-lhe para as lutas e para os tiros, como lhe poderia dar para as viagens à Lua , para as corridas de alta velocidade ou até para as Barbies. Saber que as guerras matam a sério milhares de crianças será um choque com a realidade suficientemente forte, quando for mais velho. Até lá, deixem as crianças ser crianças. E, já agora, deixem o pai voltar a ser criança também.

[fonte: hasbro.com]

João Moreira Pinto

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